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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Fotografia III - Árvore

    Esta é a minha foto da semana, tirada em uma rua próxima à minha casa e de um efeito incrível! A força da natureza me instiga e aqui, espremida na beira da calçada a árvore se enraiza e se expande frondosa, teimosa, forte! Destemida expulsou as pedras da calçada num emaranhado de raizes desenhadas por cerca de quatro metros no solo árido e em meio à poluição sonora dos carros. Parei extasiada diante de tal exuberância deslocada e não pude deixar de clicar!
    Fotografia, uma das grandes paixões do meu coração!!!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Dia do Beijo (São Valentim)

   
   Em tradição mais antiga, seguida nos EUA e Europa, hoje é o “verdadeiro dia dos namorados” , o Dia de São Valentim, o sacerdote romano que no século III desafiou o imperador Cláudio II.
    O soberano proibira namoros e casamentos  em seu reino visando o aumento de alistamento dos jovens em seu exército e, ao descobrir que o bispo realizava inúmeras cerimônias às escondidss, determinou sua prisão, tortura e decapitação, o que teria ocorrido em 14 de fevereiro. Durante o período em que São Valentim esteve preso os jovens jogavam-lhe flores e bilhetes, razão pela qual os namorados trocam presentes e cartões até os dias de hoje. O santo casamenteiro no Brasil é o Santo Antônio e, assim, o “dia dos namorados” aqui é comemorado na véspera do dia do santo: 12 de junho.
    Em países como a Tailândia, o dia de São Valentim é representando pelo dia do beijo. Há mesmo um recorde a ser quebrado em competição: beijo com duração de 33 horas. E, para inspiração de tão delicioso ato, posto algumas fotos especias a todos os enamorados/enamorandos, lembrando que estas forma de expressar amor pode envolve variadas nuances: ternura, paixão, carinho, arte,....
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

11.02.2011

    Uau! Esta é uma data com número cabalístico. Os dois primeiros números de contagem (1 e 2) juntos duplamente! Ademais o 11 significa (numerologia) "duas vezes o primeiro" (liderança) e a soma de todos os números da data resulta em algarismo extremamenteo poderoso, o 9.  Me soa como algo muito especial e desejo a todos um ótimo dia!!!

Obs: A foto é do Monte Al Noor, Meca/Arábia Saudita (Foto premiada em 2010)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Fotografia II - "Simba"


      Escolhi como fotografia da semana a figura leve e branca de meu gato (Hilalaia com Persa) com seu olhar azul, estilo pensativo/casual. Como disse inicialmente, minhas "preciosidades fotográficas" são descomprometidas com a técnica profissional. São apenas registros do cotidiano que me rodeia e sensibiliza nas variadas formas da natureza: objetos, pessoas, lugares, enfim tudo aquilo que se exterioriza e se expressa em forma de beleza. Simba é mesmo uma beleza independente, carinhosa, silenciosa, meiga, suave...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O Meu Lugar


    Como bem afirmou Lorenzo ao tempo de sua alfabetização (1994), como ilustrado acima, "se minha mãe fosse um lugar ela seria praia". E no trabalhinho de aula acrescenta carinhosamente: "A minha mãe é uma pessoa bonita, ela é a Liana". No entanto só descobri esta minha paixão bem depois dessa época, sendo que recentemente reencontrei a terna ilustração em meus "recuerdos".
    Meu lugar de coração, físico, mente e espírito é mesmo pertinho do Mar! É onde me sinto bem, energizada pelo sal e a leveza da agua, pelo calor do sol (mesmo no inverno), pelo som repetido e enebriante das ondas quebrando na praia, pela liberdade no deitar o olhar no horizonte sem fim, pelo suave perfume da maresia. E as noites de lua cheia refletida no mar a iluminar o prateado efeito... É revelação de pueril e mágica beleza!  É quando minha alma se enche de paz, a respiração se abranda, os pensamentos se elevam e quase posso ver minha própria aura clareando. Talvez, quem sabe, eu seja "filha de Iemanjá" ou são gotinhas de resquício na memória genética de uma mitológica sereia (rss).
    Por ironia e meu desagrado, justamente o Zenzo se ligou ao mar no formato ao qual sempre temi e torci para que nenhum filho meu se apegasse: o surf. Também roguei às forças superiores que nenhum dos três se interessasse por motocicletas (e nesta fui ouvida). Zenzo ama as ondas e o desafio de domá-las em equilíbrio persistente! Talvez tomado pela mesma sensação de liberdade, leveza e paz que me remete o lugar. Seja em que praia for: Rainha do Mar, em "Santa", no nordeste ou na costa amalfitana. No caso dele, agora nas águas da Austrália.
    O Mar é meu estado de espírito ideal. É o meu lugar do coração! E o seu?

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Amor X Dor

  
    Se o amor nos enche de alegrias, palpitações, entusiasmo, calor, aconchego  e cor, a luz que nos faz sentir viva,  com jeito de "boba", porque quase sempre também nos traz  experiências de dor e sofrimentos? Ando refletindo sobre isto pra entender melhor e mais a fundo meus relacionamentos findos e aos mecanismos do meu próprio coração (e os de muitos que me rodeiam). Quem já não refletiu sobre o amor, ao menos uma vez na vida? De uma forma ou outra: ninguém! E assim é por inerente à condição humana a busca do amor, seja nos outros, em si mesmo, nos livros e filmes.
    Talvez a explicação para o amor/dor esteja na insegurança interna, nos nossos medos de perda, abandono e/ou rejeição. Talvez  o sentimento muitas vezes secreto de posse e ciúmes sejam os venenos fatais, por certo derivados da insegurança interior. E o ego ali nos enganando: só através do outro poderemos nos sentir seguros. E assim nosso sonho de paraíso vira o inferno. Aquele onde um consome o outro quase como a uma mercadoria. No entando, a vida não nos dá garantias de absoltamente nada a não ser, a certeza única e perturbadora de nossa finitude.
   Então apenas o amor maduro, ainda que conjugado com a paixão, onde um pode contar com o outro sem que haja dependência emocionl mútua, onde se afastem as expectativas irreais de preenchimento de nossas carências e desejos infanfís pelo outro (vampirismo) possa afugentar a dor e o sofrimmento. Será? E como chegar a tal "perfeição"? E como se dar conta da possibilidade do amor maduro? Só pela experiência de erros e acertos, pela experiência da dor! É o crescimento, aquele que só vem mesmo com o viver. E viver dói. Aprender dói! Não tem jeito outro.
  Tal possibilidade, de amor maduro, aquele em que um não consome o outro se torna agulha no palheiro. Ou seja, as chances de se encontrar a cara-metade que já tenha adquirido tal consciência e, principalmente, consiga agir racionalmente de acordo com tal consciência são pequenas! A sincronia é rara! Não só a racional quanto a de pele. E ambas juntas... Utopia!?
  E qual a medida certa da relação? Um não deve depender emocionalmente do outro mas também não pode ser independente a ponto de transmitir indiferença ou falta de comprometimento, de ajuste, de troca. A primazia da liberdade individual não dá espaço ao amor, ao desejo de "crescer junto",  à paciência, ao respeito, ao saber ouvir e à tolerância, ingredientes próprios aos que querem genuinamente o bem do outro.
   E a consciência e a maturidade nos proporciona maiores garantias? Meu coração grita: não! Porquê? Ora, a espontaneidade do amor não é racional. Minha razão pondera: pode ajudar. Porquê? Ora, a experiência ensinou a saber "lidar" com situações de relacionamento.
   Enfim, penso e penso e concluo: continuo querendo amar e ser amada, não mais por medo da solidão. Esta me fez bem. Na verdade pouco a senti pois pude estar comigo mesma e enxergar. Quero amar por que estou viva. A dor/sofrimento faz naturalmente parte da vida, sendo que o mal do amor/dependente, que suga, que nos faz viver assustada, apreensiva, tentando adivinhar o que o outro deseja, apenas para obter sua aprovação ou evitar seu mau-humor, que necessita da presença constante pra sentir-se bem,  não faz mais parte do meu coração. Quero o amor que não me retira a dimensão de meu próprio valor, a certeza de que não sou mero complemento do outro!
   E você?

Antoine Saint-Exupéry:   "O amor é o processo em que você me mostra o caminho de retorno a mim mesmo".
  
 

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Fotografia I


   Dando sequencia à mostra de minhas "preciosidades" fotográficas, exponho a imagem fantástica de uma das várias e belas igrejas da pequena cidade mágica de São Cristóvão, distante apenas vinte e seis quilometros de Aracaju (Sergipe). É a quarta cidade mais antiga do Brasil (fundade em 1590) e exibe farta relíquia arquitotônica colonial em toda a sua extensão. Caminhei por suas ruelas e praças, em altos e baixos de sua magnífica topografia, no verão de 2009, num mergulho espetacular ao passado. Viagem encantadora, inebriante e que recomendo 100%! A cidade foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1967, tendo sido inscrita no livro de tombo arqueológico, etnográfico e paisagístico. É tão espetacular que em agosto de 2010 o Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) integrou a praça São Francisco ao acervo do patrimônio cultural da humanidade.